Quem dera por um momento
Poder jogar fora todo o passado
Poder ficar ao teu lado
E dizer com todo sentimento, que estou apaixonada
Queria por um segundo
Tocar teu rosto
E teu corpo quente
Ter o teu amor envolvente e nele me enxergar
Queria sonhar mais e mais ao teu lado, e fazer desse sonho alado
Brindando a saudade que insiste em me matar
Queria por um minuto
No silencio de um instante
Invadir o breu dos seus pensamentos e nele me embrenhar
De forma que nao se apagasse, uma tatuagem a te marcar
Queria apenas uma chance, para ter o teu doce amar
Queria por um instante o teu silencio e todos os segundos do teu pensamento a me aprisionar
sexta-feira, 8 de julho de 2011
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Sintoma de saudade
Hoje acordei com sintoma saudade, com vontade de querer, com vontade de te ter
te amo, por ontem, por hoje , por amanha e pela a eternidade que nos veste, pelo poder da nossa chama
é você, o meu dom, o meu tom, a minha mais bela melodia, que embala minha alegriaé em você que me encontro, que me encanto que me afogo em prantos quando não estais aqui
é no teu toque que me sinto única que me entrego desnudada de puderes, de amores afegantes, delirantes..
é você a minhab paisagem, a minha mais real saudade.
é por você em você é com você
te amo, por ontem, por hoje , por amanha e pela a eternidade que nos veste, pelo poder da nossa chama
é você, o meu dom, o meu tom, a minha mais bela melodia, que embala minha alegriaé em você que me encontro, que me encanto que me afogo em prantos quando não estais aqui
é no teu toque que me sinto única que me entrego desnudada de puderes, de amores afegantes, delirantes..
é você a minhab paisagem, a minha mais real saudade.
é por você em você é com você
terça-feira, 5 de julho de 2011
Ao vento..
O medo me cega, me desvia o caminho, me ludibria, sufoca minha dor
Chegando a me dobrar diante da efêmera imagem da minha infiel conduta, sem disputa, negando tudo eu vou.
Carregada de pensamentos mórbidos, inóspitos céticos de se vê.
Tentativas de rever os erros me levam a loucura a insanidade a me sufocar, sentenciar.
No cortejo das minhas dúvidas revejo a minha loucura, minha doce cura, perdida no que me restou.
Flores jogadas ao vento, sopros ainda forjando a força que me falta
Mascarando os anseios ja perdidos pelo tempo
Vou seguindo, sem vencer, destituído o sopro que restou.
Não chego a lugar nenhum, sem medo sem desculpa, sem conduta, sem resposta do que passou.
Chegando a me dobrar diante da efêmera imagem da minha infiel conduta, sem disputa, negando tudo eu vou.
Carregada de pensamentos mórbidos, inóspitos céticos de se vê.
Tentativas de rever os erros me levam a loucura a insanidade a me sufocar, sentenciar.
No cortejo das minhas dúvidas revejo a minha loucura, minha doce cura, perdida no que me restou.
Flores jogadas ao vento, sopros ainda forjando a força que me falta
Mascarando os anseios ja perdidos pelo tempo
Vou seguindo, sem vencer, destituído o sopro que restou.
Não chego a lugar nenhum, sem medo sem desculpa, sem conduta, sem resposta do que passou.
Ofegante
To ofegante , delirando , ardendo em chamas
Meu eu em como, necessita do teu bem querer
Tão envolvente me levaste sem destino
Caminhando sem saída, me vi destituída da razão de viver
Sem consciência me firmei no abandono do meu mundoNas escolhas que afundo em solidão do viver
Não aprendi, fiz do medo o me escudo, do enfretamento o absurdo a esquecer
Mente já atrapalhada, forjando a minha sina, tão escrava da tua ira vou seguindo
Vou me jogando sem querer me ferindo,
Apedrejando todas as inverdades todas as maldades que insistisse em me fazer vê.
Meu eu em como, necessita do teu bem querer
Tão envolvente me levaste sem destino
Caminhando sem saída, me vi destituída da razão de viver
Sem consciência me firmei no abandono do meu mundoNas escolhas que afundo em solidão do viver
Não aprendi, fiz do medo o me escudo, do enfretamento o absurdo a esquecer
Mente já atrapalhada, forjando a minha sina, tão escrava da tua ira vou seguindo
Vou me jogando sem querer me ferindo,
Apedrejando todas as inverdades todas as maldades que insistisse em me fazer vê.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Busco
É pedido no olhar, no empregar da voz ao luar
É jogo é içado é a flor do pecado
É dominante é amante, é no mínimo minha sina
É o encontro da ânsia com a agonia buscando a paz
Vou me perdendo e me achando na descoberta desse amor
Não sei se me pertenço, se existo ou lamento
Vou a procura desse tal desejo, desse tal amor
É em você, so em você que vivo a querer
É em mim, é em ti me afligindo a emoção
Não paro, busco a união
Busco o meu eu, em ti, em mim
É jogo é içado é a flor do pecado
É dominante é amante, é no mínimo minha sina
É o encontro da ânsia com a agonia buscando a paz
Vou me perdendo e me achando na descoberta desse amor
Não sei se me pertenço, se existo ou lamento
Vou a procura desse tal desejo, desse tal amor
É em você, so em você que vivo a querer
É em mim, é em ti me afligindo a emoção
Não paro, busco a união
Busco o meu eu, em ti, em mim
sábado, 2 de julho de 2011
O verdadeiro amor ...
O verdadeiro amor não deriva
Ele aporta em um porto seguro
Ele atraca em corações sólidos
ancora em sentimentos reais
O verdadeiro amor é sedento de emoção
Flutua na contramão , mergulha sem contravenção
O verdadeiro amor é estonteanteÉ inebriante, nos embriaga de sentidos
O verdadeiro amor não escolhe o coração
É cego na direção, não traduz suas equações
O verdadeiro amor é isso
Emoção, desilusão, solidez, sentidos
Ele aporta em um porto seguro
Ele atraca em corações sólidos
ancora em sentimentos reais
O verdadeiro amor é sedento de emoção
Flutua na contramão , mergulha sem contravenção
O verdadeiro amor é estonteanteÉ inebriante, nos embriaga de sentidos
O verdadeiro amor não escolhe o coração
É cego na direção, não traduz suas equações
O verdadeiro amor é isso
Emoção, desilusão, solidez, sentidos
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Rasguei a página...
Virei a pagina, assombrada, desolada
Virei meu mundo, me culpando, me sentenciando
Joguei fora, os medos, os desejo desnudados
Fiz da memória, os atos, meus pecados
Falei de mim, olhei pra ti, me omite, sumi com minhas verdades, lindas vontades
Rasguei tuas falas não démodé , tão mal faladas já sussurradas
Maquiei vontades tão inventadas, deixadas, resguardadas de saudade
Me destitui, me converti a não existir
Calada, absorta em dilemas incoerentes calei a gente
Rasguei a pagina, refiz a historia, me reinventei em mim
Virei meu mundo, me culpando, me sentenciando
Joguei fora, os medos, os desejo desnudados
Fiz da memória, os atos, meus pecados
Falei de mim, olhei pra ti, me omite, sumi com minhas verdades, lindas vontades
Rasguei tuas falas não démodé , tão mal faladas já sussurradas
Maquiei vontades tão inventadas, deixadas, resguardadas de saudade
Me destitui, me converti a não existir
Calada, absorta em dilemas incoerentes calei a gente
Rasguei a pagina, refiz a historia, me reinventei em mim
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