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segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

A RETOMADA DA ESPERNÇA- RIO DE JANEIRO



Do alto dos morros o pânico impera, coração acelera
Vozes de socorros gritos de terror, muito pavor
Do medo ao horror a dor se faz se faz presente, muito
eloqüente
Sangue jorrado urrado, banhando o chão, muita aflição
Balas perdidas rasgando o céu, muito cruel
Homens de pretos subindo descendo, metendo medo, buscando a paz, muito voraz
Do alto, rajadas em resposta a uma invasão mordaz
Da tua beleza Rio, o que antes nos encantava nos amedronta, nos afronta
Do teu céu reluzente a penumbra se faz presente, muito envolvente
Da dor de quem te ama uma mágoa profunda que nos a funda
Do dia que nasce a esperança a flora, nos promete vitoria,
Sonhos contidos, mas sentidos, de um dia não mais seres dominado pelas drogas, pelas facções, pelos comandos, pelos ladrões
Sonhamos em te ver em paz RIO, uma esperança voraz
Que o cristo redentor continue erguido te protegendo te enaltencendo
E que tu continues LINDO na majestade da tua beleza, quanta delicadeza
E em tua homenagem AQUELA ABRAÇO!!!!!!
!!!!!!

domingo, 26 de abril de 2009

Você!


Quando você se fez presente
A minha ausência se notou,
Quando enfim me cheguei ate você
Você se foi e me ignorou,
Quando na mais fiel das declarações te fiz
Você me negou teu afeto tua atenção,
Quando eu te tive frente a frente
Teus olhos mudaram a direção
Quando do meu toque teu corpo se entregou
você me olhou e a emoção se aflorou
Quando na mais avassaladora das tenções
Por teu afago me perdi
Você me jogou de lado,
Se eu parasse o tempo naquele momento
Meu coração dilacerava
Me fiz de puro sentimento
Na busca incansável do teu amor
Nos teus caminhos me perdi
Na fragilidade das incertezas que me cercam
A tua mão me falta e a saudade me invade
Na sua inercia eu serei o epicentro do nosso amor
E quando por mim voce se apaixonar
é como você que eu terei a certeza que irei ficar..

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Santa Catarina


Dos céus chegaste
Invadindo casas, trazendo desespero e desamparo
Do que representas naquele momento tudo se desfez
Socorros sendo chamados, vidas levadas, inundadas
Não deste tréguas, impiedosa tragaste sonhos transportando contigo saudades,
Enfim abrandaste os céus
Deixando homens, mulheres e crianças sem tetos aspirando o recomeço
É hora do recomeçar
De passar o rodo e começar de novo
Com sonhos , ânsias e desejos
Não deixando de esperar por ti, mas de uma forma branda
Porque tu fecundas a terra nos da vida
E mata a sede da população..

domingo, 16 de novembro de 2008

Teleguia!

É você que é meu combustível
Minha mais pura energia
O teu amor me teleguia
Em órbitas imaginárias
Na sua docilidade se faz o meu abrigo
Na sua coragem de mulher reside a minha fé
Na sua mão que acalenta repousa o meu amparo
No seu amor incondicional habita o meu ser
De tudo que sou muito sou de ti
Mãe, amiga, mulher, força da minha força
Única e inigualável ser incomparável.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

MÃE!

Do seu ventre brotei
Da sua essência me fiz
Me inventaste, me criaste
Me ensinaste a ser feliz
No me rogo a melhor
Mas do teu espelho refleti
Numa quase perfeição da sua imagem,
A tua alma é pura, blindada de afeição
Tu exalas um perfume inebriante De amor de paixão de dedicação
Eu trafego num sentindo único
Me guiando pelo teu afeto
Não me ensinaste a viver sem teu sorriso
Pois é ele que me faz ser o que sou.
És a razão da minha vida
E sem ti me perco
MÃE és minha força, meu amor e eterno abrigo...

domingo, 19 de outubro de 2008

Pervago

A minha mão repousa sobre teu corpo
Num toque languido e estonteante
Busco respostas entre pensamentos já falhos
Mas encontro apenas perguntas ofegantes do meu corpo quando ao encontro do teu,
Na memória da minha pele, so teu cheiro
No meu mais íntimo, minha mente em frangalhos
Viajando vou por estradas sem atalhos
Me perdendo em caminhos fraudados pelo tempo
Pervago em sentimentos sombrios hostis ao meu ser
Do amor? apenas as farpas deixadas desoladas
E da imensa angustia que me habita
Apenas a ferida foi o q restou...

........Malemolência.......

O que fazer com um talvez

Quando as portas do meu coração querem se abrir com sim

Tentativas ousadas forçadas de um querer

Narrativas distorcidas imaginarias de um pesar

Na conformidade que me encontro

Me resguardo a pensar

Que nada devo temer nem chorar

Caminhado pela vida devo seguir

Sem me torturar nem sufocar

Momentos virão a me preencher

E com exatidão me farão cerzir versos

Da minha pura essência

E sem malemolência me farão florescer.