Dominada, me fez sua refém, em troca de sentimentos fui enclausurada
Momentos de tensão em um cativeiro de emoções fui arrebatada de manifestações inesquecíveis
A cada hora vivida a incerteza do medo, do abandono, e ali em pleno desespero, num cativeiro fui subtraída
Rendi-me num jogo jamais esquecido, com um fim sem sentido
Em troca de uma recompensa fui posta em liberdade
Me vi desolada, maltrapilha de saudades
Forjando uma liberdade não desejada, abandonada
Em plena síndrome de Estocolmo me encontro atordoada
Desesperada em um caminho sem volta.
domingo, 31 de julho de 2011
sábado, 30 de julho de 2011
Clama
Chega de ter pena de mim
Já não agüento mais o pedido de socorro rasgado
Pedidos torpes que me tiram a fala, me corroem a calma
Chega de mazelas e depressões, não quero viver so de desilusões
Quero ser mais eu, quero cavar minha paz
Não quero me calar por pena de mim, quero uma voz ofegante
Quero ser a voz indagada que reclama, que clama uma vida, deixando pra trás feridas
Não quero mais ser inconseqüente, quero a minha vitoria sem demora, mais que eminente
Não vou esperar mais, pois meu caminho a trilha faço eu
Quero meus amigos tão queridos junto a meu peito delirante
Não quero mais perder noites insones por medo de errar
Quero mais é caminhar cair e levantar e jamais me afugentar.
Já não agüento mais o pedido de socorro rasgado
Pedidos torpes que me tiram a fala, me corroem a calma
Chega de mazelas e depressões, não quero viver so de desilusões
Quero ser mais eu, quero cavar minha paz
Não quero me calar por pena de mim, quero uma voz ofegante
Quero ser a voz indagada que reclama, que clama uma vida, deixando pra trás feridas
Não quero mais ser inconseqüente, quero a minha vitoria sem demora, mais que eminente
Não vou esperar mais, pois meu caminho a trilha faço eu
Quero meus amigos tão queridos junto a meu peito delirante
Não quero mais perder noites insones por medo de errar
Quero mais é caminhar cair e levantar e jamais me afugentar.
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Busquei em mim
Busquei dentro de ti tudo que o amor podia da
Eleva-me no mais puro olhar
Revigorava minha dor quando o meu pronto tu afagavas
Tu ,amigo, homem namorado, muito amado
Descobrimos segredos antes nunca revelados
Na minha visão era o meu mais puro amor
Na tua ótica apenas uma lente arranhada, jogada
Me entreguei com adoração ao sentimento de união
Pra tu apenas em enlace sem emoção.
e assim foi ate o ultimo momento
Ficaram apenas palavras vazias, tão borradas emaranhadas
numa remota lembrança do amor que persisti em aceitar.
Eleva-me no mais puro olhar
Revigorava minha dor quando o meu pronto tu afagavas
Tu ,amigo, homem namorado, muito amado
Descobrimos segredos antes nunca revelados
Na minha visão era o meu mais puro amor
Na tua ótica apenas uma lente arranhada, jogada
Me entreguei com adoração ao sentimento de união
Pra tu apenas em enlace sem emoção.
e assim foi ate o ultimo momento
Ficaram apenas palavras vazias, tão borradas emaranhadas
numa remota lembrança do amor que persisti em aceitar.
Cansada
Cansada, de lutar, chorar, sangrar
Cansada do medo que me da de naufragar
Cansada das noites mal dormidas indefinidas
Cansada da espera de um dia melhorar
Cansada de querer fé e não a achar , não a encontrar
Cansada de lágrimas rolando, me lavando me judiando
Cansada de sonhos trocados, indignados
Cansada de lutar, de batalhar
Cansada dos meus anseios dos meus desesperos
Cansada de mim, do que sou,do que seria , do que restou
Cansada do medo que me da de naufragar
Cansada das noites mal dormidas indefinidas
Cansada da espera de um dia melhorar
Cansada de querer fé e não a achar , não a encontrar
Cansada de lágrimas rolando, me lavando me judiando
Cansada de sonhos trocados, indignados
Cansada de lutar, de batalhar
Cansada dos meus anseios dos meus desesperos
Cansada de mim, do que sou,do que seria , do que restou
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Loucura das Palavras
Li certa vez não sei bem onde que a poesia é a loucura das palavras
Paro e penso que hoje vivo trancafiada em um manicômio alfabético
Onde recebo doses de metáforas 3 vezes ao dia
Sinto que sou tratada com hipérboles enigmáticas
Onde Aurélio e o Vinícios são grades doutores
Faço da leitura a minha dieta principal
Das palavras o meu alimento ideal
As minhas fantasias são doses diárias de animo
Me fortalecem e me tiram do vácuo do meu ostracismo
Talvez meras palavras embaralhadas não façam sentido pra muitos
De certo, nem sempre os sãos
conseguem ter a sensibilidade
Do que a loucura das palavras possam provocar.
Paro e penso que hoje vivo trancafiada em um manicômio alfabético
Onde recebo doses de metáforas 3 vezes ao dia
Sinto que sou tratada com hipérboles enigmáticas
Onde Aurélio e o Vinícios são grades doutores
Faço da leitura a minha dieta principal
Das palavras o meu alimento ideal
As minhas fantasias são doses diárias de animo
Me fortalecem e me tiram do vácuo do meu ostracismo
Talvez meras palavras embaralhadas não façam sentido pra muitos
De certo, nem sempre os sãos
conseguem ter a sensibilidade
Do que a loucura das palavras possam provocar.
Coração
Fugas, intrigas, injurias,
Incertezas de brigas infortunas,
Encontro subterfúgios nos retalhos do meu espelho
Ausente me faço por receio
Não creio em nada que não veja
Creio em tudo que me desafia o coração
Esse músculo involuntário inconseqüente
So desafia a gente Encurralados somos em teu favor
Adrenalina, Apneia , taquicardia
Tudo provoca distonia quando em tuas mãos estou
Do teu legado conformado eu to
Tum tum tum ritimado acelerado
Pulsionado eu sou
Provocas a gente deliberadamente
Com muito ardor...
Incertezas de brigas infortunas,
Encontro subterfúgios nos retalhos do meu espelho
Ausente me faço por receio
Não creio em nada que não veja
Creio em tudo que me desafia o coração
Esse músculo involuntário inconseqüente
So desafia a gente Encurralados somos em teu favor
Adrenalina, Apneia , taquicardia
Tudo provoca distonia quando em tuas mãos estou
Do teu legado conformado eu to
Tum tum tum ritimado acelerado
Pulsionado eu sou
Provocas a gente deliberadamente
Com muito ardor...
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Passando o tempo
Tic tac sem parar
os minutos se passando
e eu aqui a te buscar
horas passam , segundos vêem
e eu aqui no ritmo louco que não me convêm
veias extrapoladas maltratadas se fazem entrever
nessa maldade que me retrata sem querer
na tentativa de uma fuga só faço crer
que lutar é o meu fado , meu legado.
horas vem , horas vão
e eu aqui me sentindo sem direção
na inércia de um momento de não querer
que a vida que tanto busco e tanto almejo cismo em não vê
me deixe calada, acorrentada
impossibilitada de VIVER!!
os minutos se passando
e eu aqui a te buscar
horas passam , segundos vêem
e eu aqui no ritmo louco que não me convêm
veias extrapoladas maltratadas se fazem entrever
nessa maldade que me retrata sem querer
na tentativa de uma fuga só faço crer
que lutar é o meu fado , meu legado.
horas vem , horas vão
e eu aqui me sentindo sem direção
na inércia de um momento de não querer
que a vida que tanto busco e tanto almejo cismo em não vê
me deixe calada, acorrentada
impossibilitada de VIVER!!
Assinar:
Postagens (Atom)






