Contador de Visitas

terça-feira, 12 de abril de 2011

Queria entender!!!

nem tudo se entende,
a vida edita nossos momentos,
cortando linhas, esquecendo acentos,
falha nossa memória, estagnados ficamos em trilhas de caminhos dúbios, passando pelo tempo, jogando com os minutos, seguimos, chorando, sorrindo vivendo, apenas isso, Persistindo
caminnhando em direções obscuras negando pra nos mesmos, medo, raiva, choro,sorrisos ou dor
trazendo um esperança do ontem
fazendo do hoje a esperança do amanha

Abrigo

Sou forte o suficiente
Pra suportar
A multidão
Os motins de gente

Faço da minha morada
Portas escancaradas
Dando abrigo aqueles
Indigentes de amores negados
Agora velados pelo meu sentimento



As dores horas me vem horas se vão
Passando e deixando rastro pelo chão
Rasgando em gritos o medo incontido
Do querer ou do negar
Do viver ou rejeitar
So saber por saber
Viro a pagina
Traço um novo caminho em passos largos
Em uma nova jornada , vagando vou...

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Sinto..

Quando te olho vejo através de você;
Sinto seu amor, tua áurea a vibrar;
Sinto a dimensão do que nos cerca;
Vejo em mim, em ti toda a atmosfera da entrega
Vejo em nos uma cumplicidade carnal
Procuro palavras e me faltam sons
Procuro as estrelas no céu e o que vejo é tão cruel
Acho apenas teu semblante delirante a me aprisionar
Marcada pelo amor, pela dor sou tua escrava, tua maior farsa, jogada estou
Labirintos escondidos, vestígios de um templo perdido, trancafiado pelo tempo estou.
Correndo em busca de mim mesma, vegetando num abismo sufocante
Não vejo a verdade. Me encontro perdida, desiludida abrigando a solidão
Travada pela insensatez do medo,
carrego no peito o que restou desse amor.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Massacre!!

Hoje vivemos no mundo onde a vida ta completamente banalizada.
Somos reféns aprisionados por um mundo cruel e sangrento.
Onde isso tudo vai nos levar? Quando a paz enfim será erguida?
Como nossos filhos terão um futuro digno e promissor se ate a vida dos mesmos
É tomada tão brutalmente.
A mente doentia de um homem tirou de pais, irmãos, tios, avos e amigos
O convívio de uma vida que ainda estava desabrochando.
Arma empunho jorrando sangue em desatino fez o desfecho de um ato cruel.
Hoje nossos corações em luta, ultrajados pela impotência
Pela falta de respostas, choros incontidos, mentes em desalinho a procura de respostas.
Mas ao mesmo tempo nenhuma resposta seria cabível nesse massacre
O que pedimos é que essas crianças descansem em paz, que Deus consiga na sua infinita bondade resguarda na lembrança de cada família o que de melhor tinha cada filho.
Que a paz tão esperada não seja utópica que nos seja permitido ainda sonhar com um mundo melhor e mais digno.
Que nessa geração ainda e nas subseqüentes a fé impere e a paz enfim se instaure.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Entrega

A cada entrega infinita o ápice do momento vem de um gozo tórrido
De um gesto languido;

de uma boca desértica em te perseguir;
em cada entrega infinita vem uma Mao envolvente;
um corpo ardente, banhando em tesão como vulcão;
em cada entrega infinita vem a mente em pane, mentes insanes em plena confusão
em cada entrega infinita vem de um beijo alucinado, de um momento acelerado de prazer;
em cada entrega infinita meu corpo em êxtase pede so você.

terça-feira, 5 de abril de 2011

NAUFRAGA

Do que restou de mim ao contento fiquei
procurando o meu sentindo, o meu destino
descaso fiz de tu, de mim, de nós, do que passou ou restou
trazendo comigo memórias, lembranças historias

trafego em mundos imaginários
personifico personagens hoje extintos pela vida
no palco da lembrança já não a ato, desfaço aquilo que a direção não ousou
verdades me falham, me tiram o conteúdo
me jogam ao chão
sem vergonhas ou pudores
me tiras as vaidades ou forças
continuar , lutar enfrentar,
tentar te esquecer não mais se envolver
insólita a viagem no tempo
Cansada me ararstando vou vivendo
temendo um encontro um desfecho
navego sem norte ou desapego
vivendo seguindo vou querendo
tentando jogando me vendo
num abismo de desconforto sou guiada
inundada de saudade nalfraguei,

domingo, 3 de abril de 2011

Vaguei

O adeus foi o que restou , deixando a boca áspera em desalinho
Me prendi na força de um desespero, me corte,i me joguei, me refiz
Vaguei construindo versus fazendo rimas, entoando melodias;
Na musica do meu coração soa sua canção

Bate forte as cordas de um vilão com sonoridade já vencidas pelo tempo
No mistério do momento da intriga do nosso fim
Me joguei mais uma vez no botequim e me dopei de emoção
Refiz letras poemas e sonetos
Quase sempre em desespero de um amor marginal sem igual
Navegando na solidão da minha plena ausência
Vaguei morri, me ergui
Nasci do que restou
O que me fez ser o que sou...