Tenta me moldar, me faz teu espelha
Segue tua ira, me adentra as paredes
Te joga no meu mundo
Me ganha com teu corpo
Não quero que sejas um passado
De choros e magoas
Quero um presente de sorriso incandescentes
De amores valentes
Deixemos fluir o que nosso corpo reclama
Não abandona tua fome, deixa tuas vontades cúmplices de nós
Não encarceras nosso libido, nosso agito
Quero ser o teu eu, em mim se fazer você
Em ti me encontrar por inteira.
E sentir de perto a minha respiração que por ti acelera.
segunda-feira, 30 de maio de 2011
domingo, 29 de maio de 2011
Desejo
Quero desvendar teus mistérios, adentrar na tua carne
Perverter seu coração e violentar teus desejos
Quero muito mais que bocas e lábios
Quero tua ânsia enlouquecendo meus sentidos, molestados meus instintos tão pervertidos de prazer
Quero ter sua calma me possuindo após o ápice tão esperandoQuero dividir os momentos tão intensamente conquistado
Quero viver no teu intimo, seu teu inquilino mor teu mais nobre apreço
Quero viver na sua morada, na tu estrado quero te guiar
Quero tão somente ser eu em você .
Perverter seu coração e violentar teus desejos
Quero muito mais que bocas e lábios
Quero tua ânsia enlouquecendo meus sentidos, molestados meus instintos tão pervertidos de prazer
Quero ter sua calma me possuindo após o ápice tão esperandoQuero dividir os momentos tão intensamente conquistado
Quero viver no teu intimo, seu teu inquilino mor teu mais nobre apreço
Quero viver na sua morada, na tu estrado quero te guiar
Quero tão somente ser eu em você .
sábado, 28 de maio de 2011
Caminhos
O amor nos mostra muitos caminhos,
Mas o que ele nos desvendou
Foi doloroso e cruel
Eu te olhava e você não me via
Queria-me, me expulsava
Amava-me, odiava.
Procurava, fugia.
Ah! Coração insensível
Que dói por dentro, furando como punhal.
Massacra-me a alma já ferida pela partida
Ah momento imperfeito que me angustia e apaga a minha alegria
Ow dor desenfreada ateaste fogo na estrada que me levaria a tua redenção.
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Mas o que ele nos desvendou
Foi doloroso e cruel
Eu te olhava e você não me via
Queria-me, me expulsava
Amava-me, odiava.
Procurava, fugia.
Ah! Coração insensível
Que dói por dentro, furando como punhal.
Massacra-me a alma já ferida pela partida
Ah momento imperfeito que me angustia e apaga a minha alegria
Ow dor desenfreada ateaste fogo na estrada que me levaria a tua redenção.
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sexta-feira, 27 de maio de 2011
Sem Sentido
E o desejo se fez, tao impetuoso e sem intenerário
Viajando na mais eloqüente das imaginações
Desbravando o mundo em toques quentes e munidos de sensações incandescentes
Percorreu teu corpo em um êxtase insuperável
Vai me leva e adentra tua alma
Me joga na tu calma
Me faz ferver de emoção
Vem, me conduz ao meu limite
Me energisa com tua forte missão
Me sacode em chamas me arranha, me provoca o desatino
Me alivia a calma, me faz ser tua alma
Vem desfaz meu medos, satisfaz meu desejos
Enfim, me leva ao delírio, me deixa sem sentindo.
Viajando na mais eloqüente das imaginações
Desbravando o mundo em toques quentes e munidos de sensações incandescentes
Percorreu teu corpo em um êxtase insuperável
Vai me leva e adentra tua alma
Me joga na tu calma
Me faz ferver de emoção
Vem, me conduz ao meu limite
Me energisa com tua forte missão
Me sacode em chamas me arranha, me provoca o desatino
Me alivia a calma, me faz ser tua alma
Vem desfaz meu medos, satisfaz meu desejos
Enfim, me leva ao delírio, me deixa sem sentindo.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Sò
Na seqüência do que vivo mudei minha rotina, olhado os passos dados antes não marcados
Mudei de roupa já maltrapilha pelo tempo, tão desbotada pela vida, já desgastada pelas cicatrizes tão doloridas
Tentei expor aquilo que me doía a alma, que me era tão reprimida, jogue então na mesa
Espalhei a tristeza, desinibi aquilo que me causava dor
Continuei a minha jornada agora já menos sufocada por aquilo que extirpei
Continuo a passos largos, calejada vou vivendo querendo o q me abranda a alma
Segundo vou a mercê do nada.
Talvez vivendo imersa num abismos das minhas loucuras.
Nessa estrada talhada pela ausência do meu eu vou levando.
Mudei de roupa já maltrapilha pelo tempo, tão desbotada pela vida, já desgastada pelas cicatrizes tão doloridas
Tentei expor aquilo que me doía a alma, que me era tão reprimida, jogue então na mesa
Espalhei a tristeza, desinibi aquilo que me causava dor
Continuei a minha jornada agora já menos sufocada por aquilo que extirpei
Continuo a passos largos, calejada vou vivendo querendo o q me abranda a alma
Segundo vou a mercê do nada.
Talvez vivendo imersa num abismos das minhas loucuras.
Nessa estrada talhada pela ausência do meu eu vou levando.
terça-feira, 24 de maio de 2011
Dualidade
Hoje na inércia em que me encontro, sinto o pulsar das minhas arterias numa aceleração alucinante. Na medida que os segundos se passam a realidade me veste, num véu blindado de angustia e prazer.
Na loucura da minha grande lucidez me vem você, como uma grande miragem no deserto dos meus pensamentos, e me invade como um nada avassalador e me preenche com um bem estar tórrido e cruel.
Vago por entre ruas escuras e no meu pensamento só você, de certo que em vida tu nada representas, ou seria que em vida tu és o meu ar? Essa dualidade me atormenta..Você chega invadindo as minhas portas e janelas roubando o meu espaço.
Seriamos nós mentes sãs?
Seriamos eu e você apenas um retrato velho amarelado pelo tempo? Ou quem sabe apenas um entorpecente pensamento que me abateu e dilacerou o meu coração.
Na loucura da minha grande lucidez me vem você, como uma grande miragem no deserto dos meus pensamentos, e me invade como um nada avassalador e me preenche com um bem estar tórrido e cruel.
Vago por entre ruas escuras e no meu pensamento só você, de certo que em vida tu nada representas, ou seria que em vida tu és o meu ar? Essa dualidade me atormenta..Você chega invadindo as minhas portas e janelas roubando o meu espaço.
Seriamos nós mentes sãs?
Seriamos eu e você apenas um retrato velho amarelado pelo tempo? Ou quem sabe apenas um entorpecente pensamento que me abateu e dilacerou o meu coração.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Mente Confusa
Hoje abordei meus pensamentos em sentimentos tão contraditórios
Fiz questionamentos impróprios para uma mente confusa em responder
Respostas vagas, inexatas me fez parar, a mente se esquivou
E me jogou na cara o que eu não queria ver
Refiz o caminho de volta na tentativa de abduzir a minha sanidade já jogando ao vento
Parei na confusão de sentimentos que se personificaram com o medo
voltei ao recomeço em tentativas já falhas, com a memória já cheia
Pontuei os meus anseios, as minhas vontades e desejos
Recomecei a questionar meus pensamentos já dragados pele angústia, me fez repensar
Chamei as idéias, reuni as vontades, e voltei ao começo
E naquele exato momento a luz se fez em uma fusão de cores antes nunca vista
E meu caminho rumo ao eu foi seguro e delirante a cada passo descobertas
De coisas nunca vistas, de sentimentos nunca sentidos.
Fiz questionamentos impróprios para uma mente confusa em responder
Respostas vagas, inexatas me fez parar, a mente se esquivou
E me jogou na cara o que eu não queria ver
Refiz o caminho de volta na tentativa de abduzir a minha sanidade já jogando ao vento
Parei na confusão de sentimentos que se personificaram com o medo
voltei ao recomeço em tentativas já falhas, com a memória já cheia
Pontuei os meus anseios, as minhas vontades e desejos
Recomecei a questionar meus pensamentos já dragados pele angústia, me fez repensar
Chamei as idéias, reuni as vontades, e voltei ao começo
E naquele exato momento a luz se fez em uma fusão de cores antes nunca vista
E meu caminho rumo ao eu foi seguro e delirante a cada passo descobertas
De coisas nunca vistas, de sentimentos nunca sentidos.
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