Meu mundo é cheio de metáforas invioláveis que me adentram, que vasculha meu intimo e expõe as minhas verdades já tão viciadas de sofrer.
Condeno-me a amores desfeitos, já inválidos pelo tempo.
Interrogo-me em respostas inquestionáveis que me tiram as palavras me deixando atormentada em não querer vê.
Jogo fora aquilo que jamais jurei que fizesse parte da minha conduta
Das minhas atitudes não qualificadas,
E assim sigo inerente aquilo que escolhi pra mim
Meu mundo é assim, escrito como canções de lamentos
Perseguindo a minha constante personagem
Vivendo em uma deslumbrante dualidade da vida que escolhi pra mim.
Esse é meu Mundo.
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Nos guia
O tempo nos da, e também sabe tirar
O tempo faz a gente esquecer, mas também faz a gente penar
O tempo é o senhor das ações sempre reinventando e nos dando opções
Ele nos amedronta, nos afronta, mas sabe abrandar
O tempo faz a gente ponderar, cair e levantar
Sabe ser implacável o senhor dos nossos atos
É ele, com sua empáfia, a nos GUIAR!
O tempo faz a gente esquecer, mas também faz a gente penar
O tempo é o senhor das ações sempre reinventando e nos dando opções
Ele nos amedronta, nos afronta, mas sabe abrandar
O tempo faz a gente ponderar, cair e levantar
Sabe ser implacável o senhor dos nossos atos
É ele, com sua empáfia, a nos GUIAR!
O Tempo
Por diversas vezes, ele me assusta
Ele?/ ele quem??
O TEMPO, implacável com a sua onipotência
Ele passa com pressa, desenfreado postergando meu dia
Diz não a decadência da sua cronologia
E grito ao vento em desalinho
Peço por merecimento a sua desaceleração
E que por um instante me escute mesmo que em vão
Onde diria
Um NÃO a minha solidão acompanhada, me fazendo desprezar a SAUDADE jamais DESEJADA
Das promessas que me fiz joga-las ao vento , em descontento com o meu penarDos impulsos contidos me fazer viajar
Dos prazeres desejados, o meu ímpeto inflamado querer conquistar
Dos RECEIOS que me invadem querer me desgarrar
Mas vejo o agora
E ele, o TEMPO implacável na sua exatidão sem comoção
A me encurralar
E em momentos que sinto a lucidez tão ávida de viver
Durmo e acordo sonhando
Querendo e continuo teimando a correr contra ti!!!
Ele?/ ele quem??
O TEMPO, implacável com a sua onipotência
Ele passa com pressa, desenfreado postergando meu dia
Diz não a decadência da sua cronologia
E grito ao vento em desalinho
Peço por merecimento a sua desaceleração
E que por um instante me escute mesmo que em vão
Onde diria
Um NÃO a minha solidão acompanhada, me fazendo desprezar a SAUDADE jamais DESEJADA
Das promessas que me fiz joga-las ao vento , em descontento com o meu penarDos impulsos contidos me fazer viajar
Dos prazeres desejados, o meu ímpeto inflamado querer conquistar
Dos RECEIOS que me invadem querer me desgarrar
Mas vejo o agora
E ele, o TEMPO implacável na sua exatidão sem comoção
A me encurralar
E em momentos que sinto a lucidez tão ávida de viver
Durmo e acordo sonhando
Querendo e continuo teimando a correr contra ti!!!
domingo, 13 de novembro de 2011
Norteia-me
Da tua chama ardente vem a minha veia
Do teu corpo quente, tudo me incendeia
Da tua voz tão eloqüente teu grito me ateia
Da tua alma tão envolvente meu desejo me norteia
Da verdade de querer te encontrar sigo no caminho do teu olhar
Na medida do que eu posso querer sonhar me pego na realidade de te amar
Do teu corpo quente, tudo me incendeia
Da tua voz tão eloqüente teu grito me ateia
Da tua alma tão envolvente meu desejo me norteia
Da verdade de querer te encontrar sigo no caminho do teu olhar
Na medida do que eu posso querer sonhar me pego na realidade de te amar
sábado, 12 de novembro de 2011
Quanta vontade..
Quanta vontade de te ver, de te ter;
Quanta angustia em esperar em me fazer repensar;
Quanta saudade reprimida tão sentida me faz penar;
Quantas noites acordas mal amada me fizeste passar;
Quanta dor velada maltratada eu tive que aguentar;
Dividida entre o medo de te perder e as amarras desvencilhadas da liberdade de amar, tenho que calar,
Buscando caminhos já sem vida já deprimida de tanto tentar;
Desfaço meus segredos desbotados;
Sigo em frente movida pelo desejo de não mais chorar.
Quanta angustia em esperar em me fazer repensar;
Quanta saudade reprimida tão sentida me faz penar;
Quantas noites acordas mal amada me fizeste passar;
Quanta dor velada maltratada eu tive que aguentar;
Dividida entre o medo de te perder e as amarras desvencilhadas da liberdade de amar, tenho que calar,
Buscando caminhos já sem vida já deprimida de tanto tentar;
Desfaço meus segredos desbotados;
Sigo em frente movida pelo desejo de não mais chorar.
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Abriga-me
Senta aqui, atende ao meu apelo em silêncio
Desfaz minhas magoas já tão massacradas da tua ausência
Relata tua saudade não desfaz nossa conquista
Me abriga no nosso ato, de fato sem amarras
Seduz com fúria, em loucuras se perde em meus desejos
Traduz essa entrega sem pressa com comoção
Abala nossas estruturas trancafiando meus ardentes beijos
Em uma boca ávida de querer
Perdoa as horas deixadas como rastos de ausência pelo tempo
Não neguemos as evidências tão expostas, tão jogadas na nossa cara, sem nenhuma falha;
Sucumbiremos nesse ato sem demora com apreço
Sejamos apenas aquilo que o amor nos cala
Sejamos o escárnio das vontades escancaradas
Permita apenas eu e você impregnados de desejos e anseios
E na fuga da nossa liberdade o cárcere do nosso amor é perpetuo
É muito mais do que eu, ou você, é o NÓS na sua blindada totalidade.
Desfaz minhas magoas já tão massacradas da tua ausência
Relata tua saudade não desfaz nossa conquista
Me abriga no nosso ato, de fato sem amarras
Seduz com fúria, em loucuras se perde em meus desejos
Traduz essa entrega sem pressa com comoção
Abala nossas estruturas trancafiando meus ardentes beijos
Em uma boca ávida de querer
Perdoa as horas deixadas como rastos de ausência pelo tempo
Não neguemos as evidências tão expostas, tão jogadas na nossa cara, sem nenhuma falha;
Sucumbiremos nesse ato sem demora com apreço
Sejamos apenas aquilo que o amor nos cala
Sejamos o escárnio das vontades escancaradas
Permita apenas eu e você impregnados de desejos e anseios
E na fuga da nossa liberdade o cárcere do nosso amor é perpetuo
É muito mais do que eu, ou você, é o NÓS na sua blindada totalidade.
domingo, 6 de novembro de 2011
Moldei-me pela vida
Moldei-me pela vida, pelos erros apresentados, pelas faltas cometidas.
Tenho tantas respostas pra perguntas aqui guardadas em mentes tão desbotadas pelo tempo.
Um apagão de insanidade se faz tão evidente, mas sem medo de errar forço meu caminhar, liderando as verdades já sem vaidades.
Na memória do tempo as marcas vão sendo deixadas, vão sendo marcadas pela certeza do querer acertar.
Não me julgo experiente sou apenas um protótipo de quem erra, cai, levanta, aprende e segue em frente.Sou no mínimo uma andarrilha em busca de constantes ensinamentos, e eles estão ai na minha frente, sendo expostos e ávidos em busca de quem quer aprender.
Sem medo vou perfazendo a minha trilha, querendo ser uma força motriz que move a minha vida.
Nunca tive medo de cair, porque as marcas me deixam mais fortes, o que tenho medo na verdade é covardia de não tentar, porque no fundo o desconhecido é o nosso maior inimigo é ele que nos põe amarras invioláveis.
Estou aberta a novas trilhas e novos caminhos, estou no sentido de desbravar fronteiras daquilo que acredito, sem medo nem receio.
É isso que quero sempre pra mim, as verdades, as quedas, os encontros, os desencontros, é isso que torna a vida dinâmica é isso que me faz ser o que sou.
Tenho tantas respostas pra perguntas aqui guardadas em mentes tão desbotadas pelo tempo.
Um apagão de insanidade se faz tão evidente, mas sem medo de errar forço meu caminhar, liderando as verdades já sem vaidades.
Na memória do tempo as marcas vão sendo deixadas, vão sendo marcadas pela certeza do querer acertar.
Não me julgo experiente sou apenas um protótipo de quem erra, cai, levanta, aprende e segue em frente.Sou no mínimo uma andarrilha em busca de constantes ensinamentos, e eles estão ai na minha frente, sendo expostos e ávidos em busca de quem quer aprender.
Sem medo vou perfazendo a minha trilha, querendo ser uma força motriz que move a minha vida.
Nunca tive medo de cair, porque as marcas me deixam mais fortes, o que tenho medo na verdade é covardia de não tentar, porque no fundo o desconhecido é o nosso maior inimigo é ele que nos põe amarras invioláveis.
Estou aberta a novas trilhas e novos caminhos, estou no sentido de desbravar fronteiras daquilo que acredito, sem medo nem receio.
É isso que quero sempre pra mim, as verdades, as quedas, os encontros, os desencontros, é isso que torna a vida dinâmica é isso que me faz ser o que sou.
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